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Biblioteca Pessoal | O Monte dos Vendavais


O  MONTE DOS VENDAVAIS  BrontëEmily 

É um livro de um autor inglês, um clássico da literatura inglesa que várias pessoas da minha família tinham-me falado mas também é um livro recomendado pelo plano nacional de leitura para o ensino secundário. A primeira publicação do livro foi em 1847, inicialmente a critica literária inglesa achou o livro estranho, confuso ambíguo como também excessivamente apaixonado e violento. No entanto, estas criticas não impediram que o livro se tornasse um sucesso.
A edição que eu tenho é a primeira edição na editora book.it de Março de 2011, o livro foi-me oferecido há cerca de 3 anos. Como já perceberam tive o livro na estante durante quase 4 anos sem ler uma página.  
Embora  o enredo seja uma história de amor, a história passa-se num ambiente obscuro, na verdade tenho alguma dificuldade em descrever-lo. A história transmite algum enigma com um toque de magia. Até onde li pude perceber que é uma história repleta de emoções fortes. Com a caracterização das personagens muito bem feita, a forma como a história é contada cria curiosidade ao leitor, em saber o que irá acontecer a seguir pelo simples facto de os acontecimento assim como as reacções das personagens são imprevisíveis.

Sinopse:
O Monte dos Vendavais é uma das grandes obras-primas da literatura inglesa. Único romance escrito por Emily Brontë, é a narrativa poderosa e tragicamente bela da paixão de Heathcliff e Catherine Earnshaw, de um amor tempestuoso e quase demoníaco que acabará por afectar as vidas de todos aqueles que os rodeiam como uma maldição. Adoptado em criança pelo patriarca da família Earnshaw, o senhor do Monte dos Vendavais, Heathcliff é ostracizado por Hindley, o filho legítimo, e levado a acreditar que Catherine, a irmã dele, não corresponde à intensidade dos seus sentimentos. Abandona assim o Monte dos Vendavais para regressar anos mais tarde disposto a levar a cabo a mais tenebrosa vingança. Magistral na construção da trama narrativa, na singularidade e força das personagens, na grandeza poética da sua visão, nodoso e agreste como a raiz da urze que cobre as charnecas de Yorkshire, O Monte dos Vendavais reveste-se da intemporalidade inerente à grande literatura.

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